Como organizar um casamento ao ar livre

Ter uma equipe de Assessoria em quem vocês confiam, ter sempre um plano B na manga e observar alguns outros pontos além da chuva. Prontos para esse post cheio de dicas?



Organizar um casamento ao ar livre é GERENCIAR RISCOS. Então, ter planos paralelos na manga é o mais importante.


Quem decide casar ao ar livre, tem que ter em mente que se o plano B acontecer, vocês precisam estar igualmente felizes e realizados. Por isso, nas assessorias dos #casamentosdoux, quando vamos definir o local e fazemos as visitas, já orientamos que os casais olhem para o espaço com esses olhos. Se tiver um toldo aqui, vou ficar feliz também? E se eu precisar fazer a cerimônia naquele espaço coberto ali?


A gente dança pra Santa Clara, coloca ovo no telhado junto com os noivos, e até temos parceria com São Pedro, mas na verdade o que garante essa tranquilidade para falar brincando sobre esse assunto, é ter plano B (e até C em alguns casos).


Garanta, também, que o toldo tenha um pé direito alto e se encaixe no projeto de decor. Ter, por exemplo, a estrutura orgânica em tons naturais é um ponto importante para a sintonia com os demais itens do cenário.




Em todos os tipos de casamentos é importante que você escolha uma equipe de Assessoria que te traga segurança e confiança, mas nos #casamentosaoarlivre isso fica um pouco mais evidente porque, na maioria dos casos, ela terá carta branca para definir quando (e se) montar o plano B no dia do casamento (dependendo do seu número de convidados e do projeto de decor, é possível montar a cerimônia nos 45 do segundo tempo).


Além da chuva, é preciso pensar em alguns pontos:


VENTO

No Rio, por exemplo, o mês mais seco é agosto, acompanhado pelos outros meses do inverno. Já em Búzios, agosto venta bastante! O projeto de decor para lugares que ventam, exige um olhar atento. Além de um toldo com a possibilidade de lateral fechada.


LUZ

Em #casamentosdiunos, o ideal é que a cerimônia aconteça TODA ainda com a luz do dia.

Assim, as fotografias protocolares acontecem no pôr-do-sol e a festa no anoitecer. Isso porque, caso aconteça algum atraso no início do cronograma, não vai fazer com que vocês percam a luz para a cerimônia.

Marcar para o horário do pôr do sol é muito arriscado, ele acontece muito rápido, e nessa queda de luz, os registros saem prejudicados.




TEMPERATURA

Em meses muito quentes, lembre-se que, apesar das laterais do toldo (na maioria do casos) estarem abertas, a montagem vai acontecer no sol, e o resultado por ser um efeito estufa.

Nesses casos, o ideal é prever circulação de ar ou cobertura com paisagismo na área do toldo (como nas foto abaixo, um dos #casamentosdoux no mês de dezembro, pleno verão carioca).



Na cerimônia, pensem em leques e/ou bebidas refrescantes no welcome drinks. E fiquem atento no horário e local da montagem da mesa de doces (para evitar que eles derretam).



Em meses ou regiões muito frias, planeje aquecedores que se encaixem no projeto de decoração e espalhe-os entre os ambientes. Já usamos também uma base de fogueira super estilosa em um casamento.

Outra dica para o inverno é oferecer pashminas para os convidados se aquecerem.



MOSQUITOS

Além de deixar repelentes nos banheiros (e dependendo da identidade visual, no ambiente de welcome drinks), uma outra ideia é pensar em velas de citronela (caso o projeto permita os tons amarelados) espalhadas pela decor, ou difusores; existem receitas com canela, álcool, e outros ingredientes, que além de deixar um cheirinho agradável, repelem os insetos.


A maioria dos casamentos que organizamos é ao ar livre, amamos a integração com a natureza e a força e energia que ela traz para a celebração.


Esperamos que gostem das dicas, salvem e compartilhem.

Que seja um dia lindo!

Fotos:

1 - Studio Couple

Todas as outras: Love Shake



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